Os técnicos administrativos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) mantiveram a greve, deflagrada em abril, após assembleia realizada na segunda-feira. A decisão foi tomada porque as pautas prioritárias da categoria não foram atendidas — entre elas, o retorno dos auxílios saúde e educação, suspensos desde fevereiro de 2024, no valor de R$ 900 cada. A paralisação segue mesmo após os docentes votarem pelo fim da greve na semana passada, com retorno das aulas previsto para início de julho.
"Não há condição de voltar sem o retorno dos auxílios", afirmou à coluna a presidente do Sintuperj, Cassia Silveira. A categoria também reivindica a retomada do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), encaminhado ao governo estadual em 2023 mas sem avanços desde então. Os servidores devem se reunir com o governador em exercício, Ricardo Couto amanhã às16h.