Assunto: Hospital Veterinário da Universidade de Brasília
Realizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), a Feira AgroBrasília 2026 ocorrerá entre os dias 19 a 23 de maio, com entrada gratuita, das 8h30 às 18h, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci (localizado na BR 251 km 5 – PAD-DF, Brasília, Distrito Federal).
Realizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), a Feira AgroBrasília 2026 ocorrerá entre os dias 19 a 23 de maio, com entrada gratuita, das 8h30 às 18h, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci (localizado na BR 251 km 5 – PAD-DF, Brasília, Distrito Federal).
Realizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), a Feira AgroBrasília 2026 ocorrerá entre os dias 19 a 23 de maio, com entrada gratuita, das 8h30 às 18h, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci (localizado na BR 251 km 5 – PAD-DF, Brasília, Distrito Federal).
Realizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), a Feira AgroBrasília 2026 ocorrerá entre os dias 19 a 23 de maio, com entrada gratuita, das 8h30 às 18h, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci (localizado na BR 251 km 5 – PAD-DF, Brasília, Distrito Federal).
Startup de estudantes da UnB leva inovação para a AgroBrasília 2026
Startup de estudantes da UnB leva inovação para a AgroBrasília 2026
Startup de estudantes da UnB leva inovação para a AgroBrasília 2026
Por Delmo Menezes
Por Delmo Menezes
Por Delmo Menezes
A tecnologia e a inovação voltadas ao agronegócio ganharam destaque na AgroBrasília 2026 com a participação da startup AGRA (Agricultured Ground Robotics Automation), criada por estudantes da Universidade de Brasília. A empresa aposta no uso de robótica terrestre e inteligência artificial para revolucionar o monitoramento das lavouras de soja e auxiliar produtores na identificação precoce de doenças.
A tecnologia e a inovação voltadas ao agronegócio ganharam destaque na AgroBrasília 2026 com a participação da startup AGRA (Agricultured Ground Robotics Automation), criada por estudantes da Universidade de Brasília. A empresa aposta no uso de robótica terrestre e inteligência artificial para revolucionar o monitoramento das lavouras de soja e auxiliar produtores na identificação precoce de doenças.
O projeto é um dos destaques do Ambiente de Inovação e Tecnologia (AiTec) da feira e foi desenvolvido pelos estudantes Daniel Alves, de Engenharia Mecatrônica, e Vitor Rezende, de Engenharia Agronômica. A proposta da startup nasceu da integração entre agricultura de precisão, automação e análise inteligente de dados no campo.
O projeto é um dos destaques do Ambiente de Inovação e Tecnologia (AiTec) da feira e foi desenvolvido pelos estudantes Daniel Alves, de Engenharia Mecatrônica, e Vitor Rezende, de Engenharia Agronômica. A proposta da startup nasceu da integração entre agricultura de precisão, automação e análise inteligente de dados no campo.
Segundo Daniel Alves, CEO da AGRA, a tecnologia utiliza módulos inteligentes equipados com sensores e sistemas avançados de reconhecimento para automatizar a coleta de informações nas plantações. “Estamos criando uma solução capaz de identificar doenças, captar informações como temperatura e umidade e transformar tudo isso em relatórios que auxiliam diretamente o produtor rural”, explica.
Segundo Daniel Alves, CEO da AGRA, a tecnologia utiliza módulos inteligentes equipados com sensores e sistemas avançados de reconhecimento para automatizar a coleta de informações nas plantações. “Estamos criando uma solução capaz de identificar doenças, captar informações como temperatura e umidade e transformar tudo isso em relatórios que auxiliam diretamente o produtor rural”, explica.
Segundo
Daniel Alves, CEO da AGRA
Daniel Alves, CEO da AGRA
, a tecnologia utiliza módulos inteligentes equipados com sensores e sistemas avançados de reconhecimento para automatizar a coleta de informações nas plantações. “Estamos criando uma solução capaz de identificar doenças, captar informações como temperatura e umidade e transformar tudo isso em relatórios que auxiliam diretamente o produtor rural”, explica.
Um dos diferenciais da solução está no foco das chamadas doenças de final de ciclo da soja, que se desenvolvem principalmente no “baixeiro” da planta — região inferior da lavoura onde há maior concentração de umidade e, consequentemente, ambiente favorável à proliferação de fungos.
Um dos diferenciais da solução está no foco das chamadas doenças de final de ciclo da soja, que se desenvolvem principalmente no “baixeiro” da planta — região inferior da lavoura onde há maior concentração de umidade e, consequentemente, ambiente favorável à proliferação de fungos.
Para enfrentar esse desafio, a startup decidiu apostar em robôs terrestres, indo além do uso tradicional de drones aéreos. “Os drones convencionais fazem uma leitura mais superficial da lavoura. Nosso objetivo é mapear justamente a região inferior da planta, onde estão algumas das doenças mais agressivas para a cultura da soja”, afirma Vitor Rezende.
Para enfrentar esse desafio, a startup decidiu apostar em robôs terrestres, indo além do uso tradicional de drones aéreos. “Os drones convencionais fazem uma leitura mais superficial da lavoura. Nosso objetivo é mapear justamente a região inferior da planta, onde estão algumas das doenças mais agressivas para a cultura da soja”, afirma Vitor Rezende.
A tecnologia desenvolvida pela AGRA utiliza inteligência artificial e análise espectral para acompanhar o desenvolvimento das plantas durante todo o ciclo produtivo. Os dados coletados serão enviados em tempo real para uma plataforma digital, permitindo ao produtor acompanhar relatórios, indicadores e alertas diretamente no sistema.
A tecnologia desenvolvida pela AGRA utiliza inteligência artificial e análise espectral para acompanhar o desenvolvimento das plantas durante todo o ciclo produtivo. Os dados coletados serão enviados em tempo real para uma plataforma digital, permitindo ao produtor acompanhar relatórios, indicadores e alertas diretamente no sistema.
Embora ainda esteja em fase inicial, a startup já recebeu investimentos para o desenvolvimento do projeto e trabalha na construção do primeiro MVP (Produto Mínimo Viável). A expectativa é que os testes de validação em campo tenham início entre setembro e outubro deste ano.
Embora ainda esteja em fase inicial, a startup já recebeu investimentos para o desenvolvimento do projeto e trabalha na construção do primeiro MVP (Produto Mínimo Viável). A expectativa é que os testes de validação em campo tenham início entre setembro e outubro deste ano.
Além do monitoramento móvel com robôs terrestres, a equipe também desenvolve módulos que poderão ser integrados a pivôs de irrigação, maquinários agrícolas e sistemas estáticos de monitoramento.
Além do monitoramento móvel com robôs terrestres, a equipe também desenvolve módulos que poderão ser integrados a pivôs de irrigação, maquinários agrícolas e sistemas estáticos de monitoramento.
Para os jovens empreendedores, a participação na AgroBrasília 2026 representa uma oportunidade estratégica de aproximação com produtores rurais, investidores e empresas do setor agropecuário. “Aqui é o ambiente perfeito para conectar tecnologia e agronegócio. Queremos apresentar nossa ideia, validar o projeto e ampliar as possibilidades de crescimento da startup”, destacam.
Para os jovens empreendedores, a participação na AgroBrasília 2026 representa uma oportunidade estratégica de aproximação com produtores rurais, investidores e empresas do setor agropecuário. “Aqui é o ambiente perfeito para conectar tecnologia e agronegócio. Queremos apresentar nossa ideia, validar o projeto e ampliar as possibilidades de crescimento da startup”, destacam.
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Da Redação do Agenda Capital
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