Uma caminhada que começou em 1996 no Colégio de Aplicação da Uerj, alcançando países como França e Alemanha, renova o fôlego no Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens, no CCBB. Nos dias 19 e 26 de setembro, serão comemorados com apresentações cênico-musicais os trinta anos do carioquíssimo método O Passo, criado em sala de aula pelo músico e educador Lucas Ciavatta.
Por meio do andar e da pulsação, ele possibilita o ensino do ritmo, despertando a musicalidade independentemente de dom ou do acesso a instrumentos. Foi o ponto de partida de uma trajetória de sucesso que chegou para ficar tanto em baterias, como as da Mangueira e do Monobloco, quanto no coro barroco francês Les Timbres, na Filarmônica de Paris e no renomado Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Paris — onde passou a ser disciplina fundamental na formação de professores.
+ Para receber VEJA RIO em casa, clique aqui
“É um modelo de regência que mobiliza o corpo inteiro, não apenas as mãos. Cada um passa a ser o seu próprio maestro, literalmente incorporando o som”, explica Daniela Ferreira, coordenadora de projetos especiais do Instituto d’O Passo, à frente da programação de aniversário: “Ele oferece liberdade no fazer musical, por isso, chega a pessoas tão diversas.”
Você receberá nossas newsletters pela manhã de segunda a sexta-feira.
O contexto da matéria iniciar se em 00:00 e seu término está em 00:00.
O contexto da matéria iniciar se em 00:00 e seu término está em 00:00.