Rio de Janeiro renegocia dívidas com BNDES, economizando R$ 240 milhões anuais
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Fonte
Band News RJ
Sentimento
Positivo
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R$ 17.794,48
Data Publicação
21/08/2026
17:49h
Cinco e cinquenta e um e o estado do Rio de Janeiro deve economizar mais de duzentos e quarenta milhões de reais por ano com a renegociação de dívidas junto ao BNDES.
Luiz Eduardo de Castro conversou mais cedo numa agenda, né?
Tanto com representantes do banco quanto do estado do Rio de Janeiro.
Além dessa projeção, né Luiz?
Você tem outras informações aí colhidas nesta tarde.
É isso, Pinho, essa determinação que foi anunciada no evento lá no Tribunal de Justiça do Rio, no centro aqui da capital fluminense, após uma reunião entre a Luiz Mercadante, presidente do BNDES, e o governador em exercício, Ricardo Couto de Castro.
Só para explicar para o ouvinte, atualmente o Rio tem cerca de 8 bilhões de reais em dívidas com o BNDES, que junto com o Banco do Brasil são os maiores credores do Estado.
São 6 bilhões e 100 milhões referentes à linha 4 do metrô,
um investimento, um dinheiro que o Estado pegou para prosseguir com essas obras que até o momento não foram feitas e mais um bilhão e novecentos milhões relacionados a dívidas da Supervia.
Atualmente, o pagamento anual do governo do Estado é de novecentos, novecentos não,
seiscentos milhões de reais por ano.
É, conversando lá com os responsáveis por esse acordo, Mercadante, inclusive, explicou que esses dois créditos, tanto da Supervia quanto os créditos da linha quatro do metrô, vão ser reunidos com redução das parcelas e ampliação do prazo de pagamento e esse anúncio é essencial pra que o estado do Rio consiga cumprir com o que foi determinado no Propag, o programa de pagamentos da Real
renegociação das dívidas do Estado.
Além disso, o governo também anunciou que criou também com o BNDES a possibilidade de outras linhas de crédito pra investimentos, por exemplo, no Hospital Universitário Pedro Ernesto, da UERJ, que segundo o Ricardo Couto, vai ser reformado pra atender os padrões, por exemplo, do Cirilo Ibanez e do Albert Einstein, lá em São Paulo, padrões internacionais.
do ramo da saúde, ampliação da linha dois do metrô entre Estácio e Praça quinze e também a aquisição de aeronaves, uma pra saúde e uma ou duas pra segurança pública, eles ainda não sabem ao certo esse número, ainda vão ver com a polícia militar e a polícia civil a necessidade dessas aeronaves, mas enfim, no resumo da ópera é tudo isso, o a redução da dívida de seiscentos pra cerca de trezentos milhões por ano eh da do pagamento da dívida com o BNDES e esse investimento na saúde, na segurança pública e também na mobilidade urbana
aqui do Estado.
É, uma amortização aí que vai fazer muito efeito, ainda mais agora que a gente está aderindo ao Propag, então prepara ainda mais o campo pro próximo governador ter um pouco mais de respiro ali na hora de retomar o funcionamento da máquina.
A gente sabe que o modelo de gestão do Ricardo Couto é um modelo de intervenção e que ele está meio que tentando arrumar a casa
pra quem assumir a cadeira a partir do dia primeiro de janeiro de dois mil e vinte e sete.
Então, ter mais esse respiro num estado que vive a recuperação fiscal que vive o Rio de Janeiro é fundamental.
E sobre as projeções, tomara que se concretizem, né?
Imagina você ter um Pedro Ernesto, um braço, inclusive, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro na área da saúde, como referência citada
Citando aí até exemplos de hospitais que são referências internacionais dentro do nosso país e trazendo também uma discussão, eu sempre falo sobre isso, quando chega a eleição...
E a gente fala de transporte de massa, sempre é citada a linha 3, né?
Que faz a conexão, o projeto é esse, o próprio BNDES tem um projeto já modelado da linha 3, mais de 10 bilhões o custo, somando frota, construção e etc e tal.
Que pegaria ali a conexão até Niterói, São Gonçalo e Itaburaí.
Mas antes disso...
tem outros projetos de menor complexidade, que podem ser entregues mais cedo e que são fundamentais de sair do papel, que estão prontos, um deles é esse.
É você terminar ali um traçado que já está praticamente pronto, estendendo o metrô até a Praça 15, fazendo uma conexão metroviária com outro sistema de transporte do modal estadual, que é o das barcas, e numa região ali do centro da cidade que você pode fazer essa extensão, e a partir disso você tem outros projetos que o próprio BNDES já modelou, que dando certo, sendo...
bem realizado esse primeiro aí da ligação até a Praça 15, podem sair do papel antes da linha 3, a linha 3 também é fundamental, mas existem outros traçados já desenhados que viabilizando você talvez ganhe até confiança da população, de empresários investidores pra você poder tirar do papel os que são mais caros e que demandam mais tempo também vamos ver, tomara
que o que foi projetado hoje saia do papel, seria muito bom pra nós fluminenses.
Obrigado, Luiz.
Valeu.
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