UERJ SE PRONUNCIA SOBRE CONTRATO DE R$ 23 MILHÕES – Em relação à nota "A ousadia do contrato de R$ 23 milhões da UERJ em pleno Governo de Ricardo Couto", publicada no último dia 29 de junho, a Reitoria da UERJ enviou a seguinte nota ao Correio da Manhã:
Desde que tomou posse em 2024, a Reitoria da Universidade do Estado do Rio de Janeiro vem atuando para aperfeiçoar os processos de criação, gestão e fiscalização de licitações e contratos. Sobre as alegações publicadas na coluna Magnavita, no Correio da Manhã de ontem (30/6), a UERJ informa que o processo licitatório em questão ainda não foi concluído, estando na fase recursal. Nenhum resultado foi homologado até aqui e, antes da definição do vencedor do certame, o processo ainda passará pela avaliação da Procuradoria Geral da UERJ, para referendar a sua legalidade. Portanto, nenhum valor entre os mencionados teve a sua destinação estabelecida. As acusações dirigidas à Universidade não procedem. Também não passam de especulações vazias de sentido as menções às planilhas dos concorrentes, se esses dados são apenas parte das exigências da disputa, havendo muitos outros critérios para estabelecer a conformidade e a capacidade técnica para a habilitação à prestação do serviço. Como a coluna não consultou a Universidade antes da publicação, gostaríamos de solicitar a veiculação deste esclarecimento.
**MULTIPLY SE PRONUNCIA** – Ainda sobre a nota em relação ao contrato de R$ 23 milhões da UERJ, a Multiply também enviou a seguinte nota de esclarecimento:
"A empresa reconhece a importância da liberdade de imprensa, do jornalismo investigativo e da fiscalização dos atos praticados pela Administração Pública. Contudo, o exercício dessas relevantes funções deve estar acompanhado da adequada verificação dos fatos, especialmente quando a publicação imputa a uma empresa nominalmente identificada a prática de fraude, irregularidade e comportamento desonesto.
A matéria afirma, entre outros pontos, que a MULTIPLY teria apresentado 'proposta fraudada', ganhado na 'irregularidade', utilizado salários inferiores aos legalmente devidos e se recusado a corrigir sua proposta. Também sustenta que as demais concorrentes teriam agido corretamente e seriam prejudicadas por terem sido 'honestas'.
Essas afirmações não correspondem ao conteúdo integral do processo administrativo e atingem diretamente a honra objetiva, a credibilidade e a reputação comercial da empresa. (Leia na íntegra em nosso site as alegações da empresa)."